domingo, 6 de julho de 2014

Quem pegou o toucinho aqui na mesa

História da Falecida Adele Corbellini ensinou para o filho Arnaldo Corbellini
Quem pegou o toucinho aqui na mesa?
Foi o gato.
Onde está o gato?
Está no mato...
Onde está o mato?
O fogo queimou.
Onde está o Fogo?
A água apagou
Onde está a água?
O boi bebeu.
Onde está o boi?
Está moendo o trigo?
Cadê o trigo?
A galinha comeu?
Onde está a Galinha?
Está pondo ovo.
Cadê o ovo?
O frade comeu.
Onde está o frade?
Está rezando missa.
Onde está a missa?
A missa acabou no nariz do teu avô.

Pressão Arterial


Pressão Arterial

Pressão Alta (Para fazê-la baixar, seguir um regime de verduras e frutas)

Setes sangria: ferver, durante 5 minutos, 1 pé de sete sangria, em 3 xícaras de água. Tomar 1 xícara, 3 vezes ao dia.

Poaia do mato: Ferver, durante 3 minutos, alguns galhos de poaia do mato, 2 xícaras de água. Tomar 1 xícara, 2 vezes ao dia.

Sete capota: Ferver algumas folhas, durante 5 minutos, em 1 xícara de água. Tomar 1 xícara pela manhã e 1 a tarde.

Cebola: Ferver, durante 5 minutos, cascas de cebola em 1 xícara de água. Tomar 1 xícara pela manhã e outra à tarde, até normalizar a pressão.

Guaxuma e oliveira: Ferve, durante 7 minutos, 3 raízes de guaxuma em 1 xícara de água ou 3 folhas de oliveira. Tomar 1 xícara 2 vezes ao dia.

Pitangueira, sabugueiro, gervão. Ferver, durante 5 minutos, 1 folha destas plantas, em 1 xícara de água. Tomar 1 xícara por dia, até acertar a pressão.

Farinha de mandioca: Colocar 1 colherinha no café da manhã, diariamente ou 1 colher num copo de água fria, à noite e tomar, em jejum, no dia seguinte.

Batata inglesa: Colocar uma batata em rodelas. Tomar 3 delas, com uma pitada de sal e coloca-las na testa e amarrar. Retirá-las logo que a pressão baixar. A batata pode ser substituída por limão, cortado em rodelas.

Cana de açúcar: Ferver, durante 5 minutos, 2 folhas de cana de açúcar, em 1 litro de água. Tomar 3 xícaras, por dia, até normalizar.

Alho e leite: Descascar e esmagar 4 dentes de alho e coloca-los num copo cheio de leite. Guardar na geladeira, durante 10 horas. Depois, tomar 1 colher (sopa), 3 vezes ao dia, durante 10 dias, interrompendo por alguns dias e, recomeçar, caso for necessário.

Bergamota: Esmagar 5 sementes de bergamota e colocar, à noite, em 1 copo de água. Tomar de manhã, em jejum. Repeti-lo, até acertar a pressão.

Louro : Ferver, durante 3 minutos, 1 folha de louro em 2 xícaras de água. Tomar 1 xícara, de manhã e 1 xícara à tarde.

Violeta de Jardim ou madressilva ou zabumba (sempre viva) Ferver, durante 5 minutos, 2 folhas ou 2 flores desta planta, em 1 xícara de água. Tomar 1 xícara de manhã e 1 xícara à tarde.

Cebola: Cortar em rodelas 1 cebola crua e colocar 3 rodelas em cada sapato. Calçar o sapato, sem meiase caminhar. É receita para o caso de pressão muita alta.

Murta: Ferver, durante 5 minutos, 3 folhas de murta em 1 xícara de água. Tomar 1 xícara por dia ou mais, se for necessário.

 

Para estabilizar a Pressão

Marcela (flores): Colocar à noite, 7 a 9 flores de marcela num copo com água fria, e deixar a noite toda, Tomar em jejum e ficar alguns tempo sem tomar café. Fazer isso, até normalizar a pressão. O importante é persistir no tratamento.

 

Limão-cidra: Cortar 1 limão cidra com casca e semente. Juntar 30 dentes de alho e 1 litro de água, Bater no liquidificador. Depois, ferver, durante 20 minutos. Coar. Juntar mais 1 litro de água. Ferver mais 20 minutos. Por em litros e conservar na geladeira. Tomar 1 copinho, 3 vezes ao dia.

Para levantar a Pressão

Anís do mato: Ferver, durante 5 minutos, 2 folhas em 1 xícara de água. Tomar 1 xícara por dia.

Gengibre: Ferver, durante 5 minutos, 1 pedacinho de folha ou caule, em 1 xícara de água. Tomar 1 xícara, quando necessário.

Sal e conhaque: Comer alimentos salgados ou por uma pedra de sal na boca ou tomar conhaque.

 

Bibliografia

Zatta, Maria

A farmácia da natureza. Maria Zatta. 3º edição. São Paulo. Paulinas. 1996. Aprendendo com a Natureza

CURA PELO ALHO


CURA PELO ALHO

Cura pelo alho

 Esta receita é de um medicamento antigo, encontrado em um mosteiro do Tibet em 1972

 Sistema de preparação

 350 Gramas de alho

  275 ml de álcool etílico

  Um conta-gota

 Modo de preparo: 350 gramas de alho descascado, reduzido em picadinho, que se colocará em um frasco de vidro junto a 275ml. de alcool etílico ...a 95 graus (de cereais, o mesmo que se usa para fazer licor).

 O frasco será fechado hermeticamente (bem fechado) e colocar no refrigerador por dez) dias.

 No décimo primeiro dia, filtrar tudo com um coador fino e recolocar o liquido no frasco que deve voltar ao refrigerador por mais doais (2) dias.

 O medicamento deve ser ingerido em gotas adicionadas em duas ou três colheres de sopa de leite ou em água antes das refeições, como segue.

 Dia Café Almoço Janta

 1 1gota 2 gotas 3 gotas

 2 4 gotas 5gotas 6 gotas

 3 7 gotas 8 gotas 9gotas

  4 10 gotas 11 gotas 12gotas

 5 13gotas 14gotas 15 gotas

 6 15gotas 14gotas 13gotas

 7 12gotas 11gotas 10gotas

  8 9gotas 8gotas 7gotas

 9 6gotas 5gotas 4gotas

 10 3gotas 2gotas 1gotas

 11 15gotas 25gotas 25gotas

 12 25gotas 25gotas 25gotas

 Obs: Agitá-lo antes de tomar: Continuar a tomar assim 25 gotas por três (3) vezes ao dia até terminar o medicamento. Após cinco (5) anos pode-se repetir a terapia.

- Este extrato de alho limpa o organismo das gorduras e o libera dos cálculos depositados.

- Melhora o metabolismo, e em consequência, todos os vãos sanguíneos toram-se mais elásticos.

 

 - Diminui o peso do corpo, levando-o ao seu peso ideal.

 

- Faz derreter os trombos, cura o diafragma miocárdico doente, a arterioesclerose, a isquemia, a sinusite, a hipertensão e as doenças broncopulmonares.

 

- Faz desaparecer completamente a dor de cabeça, cura a trombose do cérebro, as artrites, as artroses e os reumatismos

 

- Cura as gastrites, as úlceras do estômago e as hemorroidas.

 

 - Absorve todas os tipos de tumores: internos e externos.

 

- Cura o Morbo Rasedow e as várias perturbações da vista e do ouvido.

 

 

 

 Obs: O medicamento não produz o exalamento do cheiro natural do alho

domingo, 4 de maio de 2014

símbolos pascais


O Ovo

Era um símbolo padrão na festa da chegada da Primavera no Hemisfério Norte. A Igreja incorporou  esse símbolo como sinal de vida nova, de vida que está para nascer. É um símbolo de começo.

O Coelho

É um dos primeiros animais que em das tocas ao chegar a Primavera, após o Inverno, no Hemisfério Norte. A Páscoa ocorre nos primeiros dias da Primavera (para nós que habitamos o Hemisfério Sul, a Páscoa ocorre no Outono) e os coelhos logo põem a correr pelos campos verdes, floridos, dando a idéia de renascimento de vida que parecia “morta” durante o Inverno. O coelho é também sinal de fertilidade e multiplicação da vida.

O Riso de Deus (Frei Luis Carlos Susin)

A ressurreição de Jesus e o riso de deus. Um menino convidado pela professora a desenhar algo sobre a Páscoa, rabiscou um Jesus saindo do túmulo dianate dos guardas caídos e estupefatos, e Jesus ria até às orelhas. O menino escreveu em baixo: “Quem ri por último , ri melhor”.

Breve Glossário de Termos Técnicos (Italianos)


Breve Glossário de Termos Técnicos

 Aglutinação - fusão de dois elementos lexicais numa única palavra; Ponte e alto formam Pontalto (ponte alta).

 Antropônimo – nome próprio de pessoa e também sobrenome, embora se costume usá-lo mais comumente com a primeira acepção.

 Apelativo – qualquer tipo de vocábulo usado para designar uma pessoa, podendo ser nome, apelido, cognome.

 Cognome – épiteto nominal, apelido.

 Étnico – vocábulo que indica que um cidadão pertence a uma raça. A uma etnia, a um povo, como alemão francês, italiano.

 Gentilico – designativo dos habitantes de um país, de uamregião, de uma cidade, como Italiano, Lombardi, Milanese, Napolitano.

 Hipocorístico – forma abreviada ou modificada, de cunho popular e coloquial, de um nome; de Antônio, se formam os hipocorísticos Tonho, Toni, Toninho.

 Fitônimo – nome de palanta como olmo(olmeiro) vigna (videira).

 Hagiônimo – nome de santo, como Santo André, São Paulo, São Pedro.

 Hagionímico – sobrenome derivado de nome de santo, como Andreis, Petri, Pauli.

 Matronímico – sobrenome derivado deo nome da mãe e significa sempre filho de, como Agnesi (filho de Inês)De Maria, Di Anna.

 Pan – italiano – sobrenome, neste caso, que ocorre em todo o território da península itálica, como Rossi, Bianchi, Ferrari,

 Patronímico- sobrenome derivado do nome do pai e significa sempre filho de, como Petri, (filho de Pedro) Bernardi, Di Lauro.

 Sobrenominização – processo de transformação de um nome, de um apelativo em sobrenome.

 Topônimo – denominação de locais geográficos, áreas, países pontos de referencia, como italia, lácio, montanha, lago, rio, praia, praça, paço municipal, etc.

 Tomonìmico – sobrenome derivado de um topônimo, como Pisa, Roma, lago,Dal filme, Costa, Montagna, Piazza, Della Via.

 Zoônimo – nome de animal, como leone (leão) bue (boi).

 

 Uma listagem mais complexa dos sufixos que concorrem para a formação dos sobrenomes e também para a derivação lexical no idioma italiano pode ser encontrada num boa gramática histórica. Aconselha-se a leitura da Gramatica Italiana e dei sui Dialetti de Gehrad Rohlfs de onde, salvo pequenas alterações, foi extraído o elenco apresentado acima.

 Seria demasiado longo e enfadonho exemplificar cada um destes sufixos com alguns sobrenomes em que o mesmo se faz presente. Convém observar que os sufixos constituem a mairo fonte mulplicativa dos nomes familiares italianos. Estes concorrem realmente para, acredita-se decuplicar as formas originais dos sobrenomes italianos. Os exemplos falam por si. Do antropônimo Giovanni, resultam vários hipocirístico, como foi frisado anteriormente. Tomando-se um deles, Zan ou Zane, por exemplo, obtém-sem com a sufixação, sobrenomes com Zanin, Zanini, Zanon, Zanoni, Zanette, Zanetti, Zanotti, Zanotto, Zanella, Zanello. Zanelli, Zanengo, Zanenghi, Zanet, Zanet, Zanesi, Zanessi, Zanicchi, Zaniol, Zanioli, Zaniolo. Zanol, Zanolo Zanola, Zanot, Zanus, Zanuso, Zanussi, Zanut, Zanuto, Zanutta, Zanutti, Zanoto, Zanata, Zanatta, além de Zanni, Zannini, Zannoni,

 Ata, ita, uta: Deverbal, qualidade, noção temporal.

 etc. Assim também de Domenico, pode-se lembrar Domenichini, Domenechini, Domeneghini, Menichini, Meneghin, Meneghini, Menegato, Menegatti, Meneghetti, Menegotto, etc.

 Um fato interessante na formação dos sobrenomes é a dupla sufixação, Essa ocorre suficientes para verificar este fenômeno linguístico derivativo. Tomando o mesmo sobrenome Zane ou Zani, com o acressimo do sufixo diminuitivo otto, origina-se Zanotto; se a este, for acrescido o sufixo, também diminuitivo, ello, obtém sobrenome duplamente Zanotello. O curioso neste sobrenome é a sua carga semântica que foi perdida através dos séculos. Observa-se que Zane, Zani ou Zan representam hipocorístico que surge sob o signo de forte carga afetiva, pois se formou na linguagem popular e coloquial em que a afetividade e a benquerença propriciam fixação de todo hipocorístico.

 Outro exemplo idêntico, com o memo sobrenome Zani, se verifica-se com Zanini (com o sufixo diminuitivo – ino) e em Zaninelli com o sufixo diminuitivo – ello)

 Existem, porém sobrenomes com a tripla sufixação; e não são raros. Revendo o sobrenome Zane, Zani, forma-se Zanini com um primeiro sufixo diminuitivo; deste se origina Zaninelli, com o segundo sufixo diminuitivo; acrescentando-se a este último, o sufixo- ato tem-se como resultante o sobrenome Zaninellato, triplamente sufixado. Semelhante a este é o caso de Binellato; substraindo-se o último sufixo (ato), obtém-se o sobrenome Binello, Binelli; suprimindo-se o sufixo diminuitivo –ello rsulta outro sobrenome, Bino Bini: etc...

 Bibliografia:

 Mioranza, Ciro – 1940. Filius Quondam /Ciro Mioranza – São Paulo: São João Batista Editora, 1996

Chico Vagabundo


Chico Vagabundo

Caderno de poesia de Norma C.C.C. Zanatta

Nunca existiu criatura

Mais preguiçosa no mundo

Toda a gente o conhecia

Como chico vagabundo

 

Cansados de sustentá-lo

E lhe dar conselhos em vão

Seus amigos decidiram

Aplicar-lhes uma lição

 

Agarraram o indolente

E o puseram num caixão

Tendo o féretro seguido

Uma longa procissão

 

Ao passar por um estranho

Este mut comovido

Quis saber por toda a força

Quem e que tinha morrido

 

Não morreu disseram eles

Vai vivi pro cemitério

Merece bem essa sorte

Quem não leva a vida a sério

 

É um vádio um pobrezinho

Sem coragem pra viver

De que lhe serve essa vida

Se nem tem o que comer

 

Mas para resolver o assunto

O estranho se interpôs

Se é por falta de comida

Darei um saco de arroz

 

O chico que tudo ouvira

Ergue tampa do caixão

E voltando ao doador

Exige uma condição

 

Se o arroz estiver bem limpo

Aceito e fico contente

Mas se for arroz com casca

Toque o enterro prá frente